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fev 15

Uma Epidemia de Ignorância

Começo esse post esclarecendo que a ignorância que eu trato aqui é no seu sentido mais puro, ok? O sentido da falta de conhecimento, do estado de quem não está a par da existência ou ocorrência de algo. E é aqui que quero falar para você sobre a importância da comunicação cientista <-> cientista e cientista <-> sociedade. Mas vou começar contando a história desde o começo!

Há muitos anos, as epidemias estão “dando seu ar da graça” nas mídias internacionais e nacionais (principalmente!). As epidemias que envolvem mosquitos estão sendo as mais famosas, como: dengue, zika, chikungunya e a que estava um pouco esquecida, mas que voltou com tudo: a febre amarela.

E é sobre esta última que vou falar hoje. A mortalidade relacionada a ela sempre foi muito alta! Talvez o principal (mas não único) motivo seja: pessoas infectadas com febre amarela nem sempre apresentam sintomas, o que faz com que a circulação do vírus seja silenciosa! Bom, além disso, a história da febre amarela se cruza em muitos momentos com a da malária (isso também está relacionado aos sintomas), mas vamos deixar esse assunto para uma próxima conversa.

A História da descoberta da febre amarela é no mínimo curiosa, vai vendo! Houve duas grandes epidemias de febre amarela no final no século 19, mas até então não se sabia nada sobre ela.

Durante MUITOS anos, as pessoas (inclusive os cientistas!) achavam que a infecção por febre amarela ocorria por meio de miasmas, ou seja, contaminação do ar devido à falta de higiene, à sujidade que era encontrada nas cidades e nas pessoas. Dessa forma, algumas bactérias e fungos foram, inclusive, incriminados como os causadores da doença. Vale mencionar que, desde sempre, existiu “guerra de egos” dentro da ciência, e nesta época não poderia ser diferente. Houve muita concorrência entre os cientistas para ser “o cara” que descobriu primeiro a real causa da febre amarela.

E está aí o primeiro ponto: a comunicação cientista <-> cientista.

É extremamente importante que os cientistas sejam mais colaboradores do que competidores. É claro que a competição aumenta a qualidade dos trabalhos, mas os cientistas precisam conversar mais.

Até que, em 1880 – 1881, nos EUA, Carlos Juan Finlay levantou a hipótese de que a transmissão da doença ocorria através do mosquito, e finalmente, em 1900, em Cuba, a equipe liderada por Walter Reed começou os experimentos para demonstrar de fato a participação do mosquito na transmissão da febre amarela. Mas, nesta época, ainda acreditavam que o mosquito poderia atuar como vetor mecânico dos microrganismos – ou seja, que o mosquito carregava alguns microrganismos em seu corpo, mas eles não se desenvolviam dentro do mosquito. A ideia era que os germes apenas “pegavam carona” nos mosquitos.

Os pesquisadores Emílio Ribas (à esquerda) e Adolfo Lutz (à direita). Fonte: efcj.sp.gov.br e algosobre.com.br (Editado)

Os pesquisadores Emílio Ribas (à esquerda) e Adolfo Lutz (à direita).

Fonte: efcj.sp.gov.br e algosobre.com.br (Editado)

Entre 1902 e 1903 Emílio Ribas e Adolfo Lutz, dois grandes nomes da ciência brasileira (e, se você mora em São Paulo, já devem ter ouvido falar no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e no Instituto Adolfo Lutz. Caso ainda não, vale a pena por no Google!), deram continuidade aos estudos com mosquitos e fizeram dois experimentos para confirmar, de forma definitiva, como ocorria a infecção da febre amarela. Durante aproximadamente um mês, seis voluntários (três brasileiros, um italiano e os próprios Ribas e Lutz) deixaram-se picar várias vezes por mosquitos infectados, e posteriormente suas infecções foram confirmadas. Outro experimento ocorreu com três voluntários (imigrantes italianos, recém-chegados no Brasil… Não me perguntem o que eles fizeram para merecer isso!): eles dormiram com lençóis e roupas sujas com urina, fezes e vômito de pessoas que haviam sido diagnosticadas com febre amarela, num quarto vedado (para que não entrasse nenhum mosquito, claro!) e com uma estufa (para que ficasse bem quentinho, evitando assim que caísse a temperatura e desse motivo para falarem que, por conta disso, os miasmas haviam sido destruídos). Após alguns dias, foi constatado que os voluntários, apesar de estarem em um estado de calamidade, estavam saudáveis. Isso confirmou que a transmissão não era mantida pela dinâmica pessoa > pessoa, mas sim pessoa > mosquito > pessoa.

Fêmea do mosquito Aedes aegypti. Fonte: commons.wikimedia.com

Fêmea do mosquito Aedes aegypti.

Fonte: commons.wikimedia.com

Até então, só se falava da doença “urbana” (que ocorre nas cidades) e que a sua transmissão se dava através da picada do mosquito fêmea da espécie Aedes aegypti. Somente em 1932 foi feito um estudo que relatou o que mais tarde seria chamado de febre amarela “silvestre”. Esta, como o nome já diz, ocorre em áreas silvestres (áreas de mata) e tem como principal vetor os mosquitos dos gêneros Haemagogus, e os macacos são os principais hospedeiros (o que não quer dizer que, se o homem entrar na mata, não será infectado! Tomem cuidado!). Inclusive, na época em que esta “variação” da doença estava sendo descoberta, foi observado que ambos os tipos (urbana e

Um dos vetores da febre amarela, mosquito Haemogogus janthinomysm. Fonte: sigavalemais.files.wordpress.com

Um dos vetores da febre amarela, mosquito Haemagogus janthinomysm.

Fonte: sigavalemais.files.wordpress.com

silvestre) eram clinicamente idênticas e causadas pelo mesmo vírus. Isso nos mostra que um ciclo, que “naturalmente” é mantido no ambiente silvestre entre mosquito > macaco, pode receber um “convidado especial” quando o humano entra na mata e é picado. Além disso, depois de contrair a infecção na mata, o humano volta à cidade e serve como reservatório do vírus, contribuindo com a disseminação da doença, agora também urbana.

Para tentar controlar as epidemias, algumas medidas foram tomadas. Algumas vacinas foram criadas (inclusive bacterianas, na época em que os cientistas acreditavam que as causadoras da febre amarela eram bactérias), até que descobriram que a real causa da doença era um vírus, e depois de MUITOS testes (é… produção de vacina demora muito, faz parte…) chegaram à vacina que é utilizada atualmente. Além da imunização, medidas de controle do mosquito também foram aplicadas, como o uso de inseticidas, culminando na erradicação temporária (1955-1968) do mosquito Aedes aegypti no Brasil. Durante aproximadamente 10 anos, houve uma despreocupação em relação à febre amarela, já que não havia mais o vetor do vírus. Mas esta erradicação foi temporária, pois a vigilância afrouxou e novos viajantes chegavam a todo o momento, e, junto deles, o mosquito foi reintroduzido no país.


Aqui está um segundo ponto: a comunicação cientistas (especialistas) <-> sociedade

Talvez, se tivéssemos feito um melhor trabalho com a comunidade, e, claro, se o serviço de controle não tivesse sido esquecido, talvez não estaríamos com uma quantidade tão grande de mosquitos por aí.

Desde então, de tempos em tempos, esta doença preocupa os brasileiros. Apesar de os últimos casos de febre amarela urbana terem ocorrido em 1942 (neste ano foi a última vez que foi encontrado Aedes aegypti, o vetor urbano, infectado com o vírus da febre amarela), atualmente estamos enfrentando novas epidemias de febre amarela silvestre. Geralmente, os casos de morte de macacos nas áreas silvestres são os primeiros sinais de alerta de que o vírus amarílico pode ter voltado a circular em grande quantidade. Isso mantém em alerta todas as unidades de conservação animal (devido à queda no número de primatas da região, às vezes atingindo, inclusive, as espécies que estão em risco de extinção) e as vigilâncias epidemiológica e sanitária (devido à possibilidade de surgimento de novas epidemias).

Outra coisa importante que eu preciso contar a você: Existe um período sazonal da doença: dezembro a maio. Este período está associado ao aumento das chuvas e, consequentemente, da densidade dos mosquitos. Mas fique atento! Em qualquer período do ano temos mosquitos nas matas e nas cidades, a única diferença é a densidade populacional destes mosquitos – ou seja, a quantidade deles pode ser menor no inverno e maior no verão.

Olhos com coloração amarelada, característico da febre amarela. Fonte: investigarsaude.com

Olhos com coloração amarelada, característico da febre amarela.

Fonte:
investigarsaude.com

Além disso, diariamente os humanos entram nas matas, seja por lazer ou a trabalho. Se essas atividades ocorrem em áreas de risco e sem as devidas precauções, o indivíduo pode se infectar, levando o vírus para a área urbana – a qual pode estar infestada de mosquitos da espécie Aedes aegypti – e iniciar uma transmissão urbana do vírus. Um dos grandes problemas desta doença é que grande parte das pessoas infectadas não apresentam nenhum sintoma.  São o que chamamos de casos assintomáticos. E, quando as pessoas apresentam sintomas, eles podem ser brandos: febre alta, dor nos músculos, calafrios, náuseas e vômitos, cansaço, dor de cabeça; ou graves (muito raro): além dos sintomas citados anteriormente, icterícia (olhos e pele amarelados, por isso o nome “febre amarela”), cansaço intenso, insuficiências hepática e renal e manifestações hemorrágicas.

Mas então porque não vacinamos todo mundo de uma vez?

A vacina é 90-95% (muito) eficiente. Mas ela pode causar algumas reações adversas (vale lembrar: isso pode acontecer com qualquer medicamento, tá?). E as chances de aparecer alguém apresentando reações adversas aumentam conforme o número de vacinados cresce. Por isso, a vacina “em massa” não é indicada.

Você costuma ler as bulas dos remédios? Apesar de algumas pessoas não gostarem muito, é importantíssimo lê-las! O que acontece com a vacina contra febre amarela é que ninguém sai por aí lendo a bula da vacina para nós. E muita besteira é contada, obviamente! Mas vou tranquilizá-los: os casos graves são raros!


Um exemplo simples é o caso do verão de 2007/2008. Naquela época, os casos de
febre amarela silvestre haviam aumentado em Goiás, e as pessoas acabaram se desesperando e correndo para os postos de saúde de todo o Brasil atrás da vacina. O resultado: 7,6 milhões de pessoas vacinadas, 8 casos de reação adversa grave à vacina e 6 mortes. Este número foi considerado alto em relação ao que os especialistas chamam de “série histórica” (uma comparação da situação atual com os anos anteriores que tiveram uma situação parecida). É óbvio que qualquer morte é triste e envolve muitos fatores, mas você consegue perceber (de mente aberta, por favor!) que os números que acabei de apresentar é muito baixo? Se compararmos o número de mortes relacionadas com a vacinação com o número de mortes causadas pela epidemia, a gente consegue perceber que a vacina é muito segura. Reações mais leves (dores de corpo, na cabeça e febre) podem ocorrer entre 2% a 5% dos vacinados. Eu, por exemplo, tomei e não tive reação nenhuma; meu esposo tomou e teve febre.

Então por favor, se você MORA EM ÁREA DE RISCO, vacine-se sim! O QUE REALMENTE NÃO SE DEVE FAZER POR ENQUANTO É: tomar vacina sem necessidade! Vacine-se somente se você mora em área de risco ou vai viajar para uma dessas áreas.

 

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Áreas de Risco de infecção por febre amarela.

Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/


ATUALIZAÇÃO: No dia 20 de março a OMS passou a recomendar a vacina contra febre amarela para todos os viajantes internacionais que se deslocam até o Estado do Rio de Janeiro (com exceção das áreas urbanas da cidade do Rio de Janeiro e de Niterói) e o Estado de São Paulo (com exceção das áreas urbanas de São Paulo e Campinas).

Editado no dia 22/03/2017


E você já deve ter ouvido que quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina, certo? Você sabe o porquê?

A vacina (17DD), a qual já é utilizada no Brasil há mais de 60 anos, é elaborada com o vírus da febre amarela vivo, porém atenuado, ou seja, enfraquecido. Este vírus é cultivado em ovos embrionados de galinha criados especialmente para o uso em laboratório, livres de agentes patogênicos. E é devido a esta interação entre vírus e ovo que a vacina pode conter elementos que podem causar reações adversas em quem tem alergia ao ovo.

E por que temos que tomar a vacina com 10 dias de antecedência?

O efeito protetor desta vacina leva em média uma semana para fazer efeito. Dessa forma, para garantir que a pessoa está realmente protegida, a indicação é que a pessoa seja vacinada pelo menos 10 dias antes de se expor ao risco.

E o número 10 parece ser mágico neste caso, né?! Porque a duração da vacina é de 10 anos.

E agora vamos falar um pouquinho sobre as polêmicas?

 

  1. Ataques a Macacos Bugios no Rio Grande do Sul

http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/por-medo-da-febre-amarela-moradores-atacam-macacos-bugios-no-rio-grande-do-sul-17012017

Macacos conhecidos popularmente como Bugios estavam sendo agredidos no Rio Grande do Sul por pessoas que estavam achando que eles poderiam transmitir o vírus da febre amarela. Na verdade, quem transmite o vírus é o mosquito, lembra?

Essa situação não lembra nada? Não parece que voltamos ao século XVIII? Será que as pessoas acham que o vírus passa pelo ar?! É aí que entra o nosso papel de divulgador do conhecimento. Eu preciso contar pra vocês como é a maneira correta de transmissão, para que vocês entendam e tratem de controlar a população de mosquito, e não de macacos!

Esse vírus foi trazido às Américas pelo homem, somos nós que entramos na mata, somos nós que desmatamos… E nós ainda queremos matar os macacos por causa de um problema que é nosso? Isso não está certo, né? Além disso, no Rio Grande do Sul, nem tem caso de febre amarela ainda – só pra constar.

Devido ao surgimento de agressões aos Bugios, uma campanha super legal chamada “Proteja seu anjo da guarda” (https://www.facebook.com/Campanha-Proteja-seu-Anjo-da-Guarda-243621236063810/) foi relançada recentemente. O intuito é informar a população sobre o papel dos Bugios nas matas, principalmente em relação à transmissão da febre amarela. Como estes macacos são MUITO sensíveis ao vírus amarílico, quando eles são infectados através da picada do mosquito fêmea do gênero Haemagogus, eles ficam muito doentes e geralmente morrem.

E se não bastasse o que aconteceu no Rio Grande do Sul, recentemente macacos também foram agredidos em São Paulo. É muita maldade em tão pouco tempo!

 

  1. Aumento do número de casos de febre amarela X tragédia em Mariana

Em janeiro deste ano, saiu uma reportagem no Jornal Estadão (de São Paulo) falando sobre uma possível relação entre o surto de febre amarela e o acidente causado pela mineradora Samarco (http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,para-biologa-surto-de-febre-amarela-pode-ter-relacao-com-tragedia-de-mariana,10000100032). Uma reportagem que, a meu ver, foi bem escrita. Inclusive, nesta reportagem, está bem claro que a entrevistada diz que o acidente pode ter sido uma das causas, mas não a única. Vamos ao problema:

O problema foi o telefone sem fio que começou a circular pelas redes sociais. As pessoas começaram a fazer ilustrações relacionando a morte de peixes e sapos (associadas ao acidente) ao aumento da população de mosquitos. Gente… Existem, sim, alguns animais que comem mosquitos, mas os mosquitos que transmitem o vírus da febre amarela vivem em buracos ou ocos de árvores, e podem ser encontrados em cascas de frutas e internódio de bambu, em menor frequência. E deixa eu contar uma coisa pra você: não tem peixe nestes lugares não, e se tiver anfíbio que come mosquito, é muito pouco! Além disso, existem muitas outras regiões que sofrem epidemias de febre amarela, por exemplo, sem ter havido nenhum desastre ecológico.

É claro que não podemos ser hipócritas e ignorar o acidente. Foi um problema muito sério, sim! Mas aproveitar a tragédia para fazer a disseminação de informação errada é muito ruim! As pessoas que leem e compartilham esse tipo de informação, ao invés de aumentar sua bagagem de conhecimento correto sobre um determinado assunto, acabam perdendo-a.

 

  1. Tomar ou não tomar a vacina?

    A taxa de mortalidade em populações não vacinadas é altíssima! Então eu considero que a decisão é simples:

  1. Se você não está em uma área de risco, não precisa se vacinar.

  2. Se você mora em uma área de risco, ou vai viajar para uma, e não faz parte da população contra-indicada à vacinação, vacine-se.

  3. Se você mora em uma área de risco, ou vai viajar para uma, e faz parte da população contra-indicada à vacinação, converse com seu médico.

Então, como a vacinação não é indicada a toda a população, o que podemos fazer sem nenhuma contra-indicação é controlarmos os mosquitos. Por isso, devemos fazer nosso dever de casa: buscar todas as formas possíveis de não permitir a procriação dos mosquitos. Vistorie semanalmente seu terreno, converse com seus vizinhos, amigos da escola, amigos do trabalho, não jogue lixos em locais inapropriados, e algo muito importante: utilize repelentes!

Se cada um fizer a sua parte e cobrar dos devidos órgãos a fiscalização e a limpeza de áreas em que nós não conseguimos alcançar, evitaremos muitas mortes, pode ter certeza!

Bom, espero que eu tenha contribuído com este post, e caso você tenha alguma dúvida, escreva aqui nos comentários. Você também pode seguir algumas páginas no Facebook que são bem interessantes e informativas (além da nossa, é claro!), como: Ministério da Saúde, Fiocruz, Instituto Butantan, Universidade de São Paulo.


Sobre a autora do post:

Flávia Virginio Fonseca é Bióloga pela Universidade do Sul de Santa Catarina, faz Doutorado Direto pelo programa de pós-graduação Biologia da Relação Patógeno-Hospedeiro, ICB-USP. Desenvolve sua pesquisa de Doutorado no MosquitoLab, Laboratório de Parasitologia – Instituto Butantan. Desde sua graduação (8 anos), atua na área de Culicidologia, já trabalhou com mosquitos dos gêneros Aedes e Anopheles. Hoje, além de desenvolver um banco de dados de imagens alares e um software de identificação automática de mosquitos, está sem bolsa-pesquisa, desempregada, bebendo muito café!

 

Referências: Fiocruz, Ministério da Saúde, UFRJ.

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/perguntas-e-respostas-febreamarela

http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/outubro/19/2015-032—FA-ok.pdf

http://www.blog.saude.gov.br/index.php/geral/52271-ministerio-da-saude-tira-duvidas-dos-internautas-sobre-a-febre-amarela

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao

http://www.cva.ufrj.br/informacao/vacinas/fam-v.html

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7 comentários

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  1. Ana maria bianchi

    Prezada Flávia:
    Gostei muito do seu post, vou disseminar este conhecimento, obrigada.
    Só tenho uma sugestão de forma: logo no quarto paragrafo vc escreve “houveram”. Lembra da lição de gramática? O verbo haver no sentido de existir é impessoal, não tem plural. Então fica a sugestão para q vc conserte isso, se ainda for possível.
    Mais uma vez obrigada, e parabéns!

    Ana maria bianchi
    FEA-USP

    1. Luiz Almeida

      Olá Ana!

      Muito obrigado pelo comentário! Passou desapercebido pela nossa correção também. Arrumado!

    2. Flávia Virginio

      Obrigada Ana! Abraço!

  2. Angelica

    Oi, Mariana. Muito bom o seu post! Parabéns! Bem esclarecedor. Vc conhece o trabalho do Prof. Dr. Walter Leal, um brasileiro que trabalha na UCLA / Davis / USA, pesquisando mosquitos? Vale à pena conhecer! Abs e sucesso!

    1. Flávia Virginio Fonseca

      Obrigada Angélica!

      Não conheço não, vou pesquisar sobre ele. Obrigada

  3. Clarisse faucon stephan

    Muito bom

    1. Flávia Virginio

      Obrigada Clarisse! 🙂

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